Auditoria PARTE II (continuação…)

Continuando com a Auditoria (parte II)
Olá! Bom dia, boa tarde, boa noite!!!!
Segunda-feira, dia da preguiça não é mesmo??? rsrsrsr
Ok! Ok! Mas lembremos que ela é um dia como qualquer outro.
Sabe eu sempre pensei que a segunda feira era um dia chato, até que alguém me fez um comentário que gostaria de reproduzir aqui.

A gente deve procurar ser feliz, não importa onde, como, o importante é: quando, e este tempo tem que ser AGORA.
Portanto não devemos jamais ficar tristes por que é segunda-feira e ter aquele pensamento: “Tomara que chegue a sexta-feira logo”.
Fazendo uma conta bem simples, se ficamos felizes apenas nos finais de semana que representam em média pouco mais do que 28% da semana, logo estamos aceitando estar felizes apenas 28% das nossas vidas??? É isso mesmo??? É o que você quer pra você???
NÃO!!! Então temos que buscar felicidade onde quer que estejamos. Sei que pode parecer “fácil falar”, mas acredite não é… Não é fácil, mas é desafiador.
Portanto, estude, cresça, faça acontecer, se algo está te fazendo infeliz mude o rumo, não importa! o Leme está nas suas mãos.
Seja feliz, seja íntegro, faça feliz e com certeza coisas boas conspirarão a seu favor.
Pronto Falei!!! he he he

Bem, se a felicidade está nas pequenas coisas a minha está em escrever, por isso conforme falei semana passada vamos a mais uma dica de auditoria de banco de dados.
Desta vez é específica para Oracle Database.

Hoje vou comentar sobre uma auditoria que já vem como falamos “default” (de fábrica)., bastando configurá-la. Esta auditoria também é chamada de Auditoria Standard.
Primeiro passo para utilização da auditoria standard é a configuração de um parâmetro de inicialização chamado AUDIT_TRAIL.
Existem algumas opções para o parâmetro estar configurado os quais irei comentar abaixo:
Se AUDIT_TRAIL estiver setado para OS, os arquivos de auditoria  estarão armazenados no sitema operacional com a extenção .aud em um local definido pelo parâmetro de inicialização AUDIT_FILE_DEST.
Se AUDIT_TRAIL estiver setado para DB ou DB, EXTENDED,os dados auditados poderão ser vistos na view de auditoria DBA_AUDIT_TRAIL que pertence ao SYS.
Se AUDIT_TRAIL estiver setado para  XML ou para XML,EXTENDED,os dados auditados serão gravados em arquivo XML gravados no diretório definido no AUDIT_FILE_DEST. A view V$XML_AUDIT_TRAIL permite ver os XMLs no diretório.

Portanto a primeira coisa que devemos fazer é verificar onde queremos ver os resultados e como.
Porém, qualquer que seja a forma escolhida, conforme já comentei, precisamos ter em mente que tanto a tabela quando o Filesystem indicado como destino dos logs de auditoria tentem a crescer.
Portanto cuidado! SINAL AMARELO NELES SEMPRE!!!

Uma vez escolhido o local da auditoria virão os outros passos.
A sistemática desta auditoria consiste em 4 passos básicos:

Fluxo da Auditoria.

Fluxo da Auditoria.

1- Definir onde serão gravados os dados;
2- Definir oquê e quando será auditado;
Neste ponto define-se quais objetos serão auditados e em que nível;
3- Analisar os dados auditados;
4- Manutenção nas trilhas de auditoria.
o Sinal amarelo lembra?

No post de hoje falei da primeira etapa e da importância da última, nesta semana concluiremos os quatro itens e estará apto a auditar seu database Oracle.

Portanto, não deixe de participar, comentar, curtir!

Grande abraço! FOCO NA META E NA FELICIDADE!!!!!!

Sobre raul andrade

DBA e Instrutor Oracle, apaixonado pela minha família e por ensinar.
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